ALUNAS DO CURSO DE ANIMADOR SOCIOCULTURAL DÃO VIDA A “HISTÓRIAS COM CHAPÉUS” E “SONHOS DE UMA BORBOLETA” NA ANTIGA CASA DA CULTURA
Borboletas e chapéus e a imaginação do mundo poético do artista argentino Osvaldo Maggi inspiraram as alunas do Curso Profissional de Animador Sociocultural da ETEO a participar em oficinas teatrais e educativas, integradas na iniciativa camarária Parque com Vida, nas Caldas da Rainha, e no âmbito da exposição “Quando das Borboletas Nascem Sonhos” e do lançamento do álbum “A Serpente Entre as Flores” na antiga Casa da Cultura, no Céu de Vidro.
As futuras Animadoras Socioculturais deram vida ao mundo poético e às personagens imaginárias do ilustrador argentino através da criação de chapéus e de borboletas e pequenas peças de teatro, envolvendo os pequenos espectadores e visitantes vindos da Escola Básica do Avenal e do Centro de Educação Especial Rainha D. Leonor, que foram chamados a participar nas atividades.
Na oficina teatral intitulada “Contar Histórias com Chapéus”, as alunas criaram breves narrativas através da fala, do gesto e da música, orientadas por José Ramalho, e para as quais já tinham criado chapéus em sala de aula, e na oficina ”Sonhos de Uma Borboleta” criaram, com materiais diversos, borboletas em papel, inspiradas em Osvaldo Maggi.
Tanto a exposição como o lançamento do álbum tiveram a curadoria de Inês Fouto, de Ana Proença, da ETEO e da Associação “A Avó Veio Trabalhar” e na inauguração um momento artístico juntou poesia interpretada por Inês Fouto e música interpretada por Joaquim António Silva.
Esta experiência constituiu uma oportunidade enriquecedora para as alunas desenvolverem competências essenciais à sua futura prática profissional, nomeadamente a criatividade, a expressão dramática, a comunicação, o trabalho colaborativo e a capacidade de dinamização de atividades socioculturais dirigidas a diferentes públicos. Inspiradas pelo universo poético e imaginativo de Osvaldo Maggi, as futuras Animadoras Socioculturais transformaram a arte em interação, dando vida a personagens, histórias e sonhos que envolveram a comunidade e estimularam a participação ativa dos visitantes. Através desta ligação entre educação, cultura e intervenção social, as alunas reforçaram o seu papel enquanto mediadoras culturais, capazes de criar experiências significativas que aproximam as pessoas da arte e despertam novas formas de olhar e imaginar o mundo.

